Porque será que por mais que eu fuja, sempre volto pra uma, e somente uma, coisa. Não é exatamente uma coisa. São varias coisas. Coisas que não entendo. Coisas que posso ver, ler, sentir, mas não entender.
Estranho mesmo é saber que ela não custam nada, mas valem tudo. Ao mesmo tempo que descubro que nunca fui eu, desconfio que o que sou só pode ser dito com uma unica palavra: Mariana. Porque as palavras valem tão pouco para os outros? Elas são tão importantes. Elas são o tudo nessa vida, mas ninguém acredita. Ninguém aceita. A falsidade não deixa que todos falem a verdade. As mascaras humanas estão a solta, e já não sei se o que me disseram era verdade ou mentira.
Mentira... tenho medo dela.
'Eu te amo'. Quantas vezes já te disseram isso? Quantas vezes você acreditou de verdade nessa frase? Repito: as palavras já não valem o que deviam valer, para os outros.
Já me disseram isso. E no inicio acreditei. Sempre acredito. Mas depois vejo que talvez seja mentira. Se fosse assim, eu preferia que dissessem logo que me odeiam.
Passei uma noite refletindo à luz da lampâda de meu quarto (a coisa menos poética que existe: refletir a luz elétrica em um quarto bagunçado, às 1:30 da manhã de sábado ¬¬'). Espero que minhas conclusões estejam erradas... não quero aceitar a verdade.
'É melhor acreditar na mentira do que na verdade que se fez', 'não seria a mentira a extensão da verdade' ------ by Mary
Escrevi isso em um dos milhares poemas meus.

Desculpem-me se o que estou escrevendo não agrada vocês. O caso é que não sou escritora, só gosto das palavras. O que escrevi foi algo que me bateu esses dias, durante minha crise existencial (a primeira que tenho '-'), então...

Comenta ai vai *----*
Pode me xingar se quiser morrer
;)

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